Into the wild.

E, isolado do mundo, o andarilho Alexander Supertramp conclui: “a felicidade só é real quando compartilhada”.

Mas há que refletir sobre o isolamento e a solidão: nos ajudam a encontrar nossa própria essência em meio a tantas imposições sociais, repressão e códigos morais. Quem não quer se ver livre de tantas amarras sociais?

Somos presos não somente pelas regras de conduta, mas também correntes invisíveis impostas pela sociedade (sutis para algumas pessoas): as correntes do consumismo. Condicionamos a liberdade à capacidade de compra; nos sentimos livres quando podemos consumir, usufruir de coisas que a sociedade nos faz acreditar serem essenciais, mas que, na verdade, são apenas objetos de consumo.

Refletindo sobre o post anterior… a liberdade é sim um estado de espírito, mas que só podemos alcançar quando mudamos nossa condição humana.

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