Pico da Bandeira


Foi mais um final de semana em meio a tantas belezas e… alegrias compartilhadas. Aqui, cabe ressaltar a importância do compartilhar. Toda vez que estou em um lugar muito bonito ou extraordinário, gosto de ficar um pouco sozinha, contemplativa. Observo, deixo o ambiente me emocionar, sinto cada minuto com uma intensidade tão absurda que parece que parei no tempo; penso, reflito, entro para dentro de mim. Depois, quando já absorvi tudo aquilo que está ao meu redor, bate em mim uma forte necessidade de poder compartilhar com aqueles que amo toda a magia daquele momento. Por isso, gosto muito de ir a esses lugares com pessoas queridas e com quem tenho afinidades: vira uma troca de experiências enriquecedora, que me alegra infinitamente. Por isso ressaltei: “alegrias compartilhadas”… Foi um elemento fundamental.

Bom, voltando…. Lugar especial, pessoas especiais. Quer combinação mais rica? Sinto que somo mais vida em meus dias a cada expediência como esta… multiplicando felicidades! Claro que há momentos de tristeza, raiva, angústia, solidão, desespero – os quais são importantes, porque me ajudam a amadurecer, a valorizar o bom e lidar melhor com os percalços. Ótima receita pro equilíbrio, algo que almejo.

Sou otimista, positiva e, ainda assim, me surpreendo com frequência com situações e pessoas – no bom sentido. Há os que dizem que o otimista se decepciona mais porque espera sempre o melhor e “a vida é dura, minha cara”. Então, penso que devo ser mesmo privilegiada: minha vida é dura, mas é uma delícia! E viver intensamente, plenamente e de forma verdadeira é uma dádiva. E confesso: não tenho vivido essas decepções sobre as quais tanto me alertam. Minhas surpresas, na grande maioria das vezes, são gostosas demais!

Quando fui convidada pra subir de novo o Pico da Bandeira para ver o sol nascer, coisa que não consegui fazer da outra vez que estive lá (em fevereiro), pensei:
  • Amo mato, adoro fazer trekking e montanhismo. Qualquer convite para curtir a natureza é bem vindo e sempre imagino que será incrível.
  • O convite veio de uma pessoa que gosto muito e, mesmo não conhecendo bem o grupo, imaginei que fossem pessoas legais, já que eram muito queridas por essa minha amiga.
  • A pessoa que eu mais queria que fosse (Douglas, companheiro e parceiro não só para as coisas de mato) topou ir conosco.
  • Estava doida pra ver o sol nascer no Pico da Bandeira.
Então, precisava de mais? Já tinha motivos de sobra para topar esse passeio. E foi incrível!

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